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Campanha da Fraternidade 2019

Campanha da Fraternidade 2019

Olá, pessoal; Vamos refletir a respeito dos direitos e deveres das crianças. A Campanha da Fraternidade será nosso foco. Boa Celebração! Abertura da Campanha da Fraternidade 2019 Tema: Fraternidade e políticas públicas Lema: Serás libertado pelo direito e pela justiça Material necessário: Cartazes CF Quebra-cabeça do cartaz da CF História: Meus lápis de cor são […]

Olá, pessoal;

Vamos refletir a respeito dos direitos e deveres das crianças.
A Campanha da Fraternidade será nosso foco.

Boa Celebração!

Abertura da Campanha da Fraternidade 2019

Tema: Fraternidade e políticas públicas

Lema: Serás libertado pelo direito e pela justiça

Material necessário:

  • Cartazes CF
  • Quebra-cabeça do cartaz da CF
  • História: Meus lápis de cor são só meus (Ruth Rocha);
  • Música: Direito das crianças

 

Convivência: Eu, outro, mundo

  1. Cartazes da Campanha da Fraternidade espalhados por todo o ambiente.
  2. Conversa: “O que significa ‘Serás libertado pelo direito e pela justiça’”.
  3. Montagem do quebra-cabeça do cartaz da CF. Enquanto isso, colocar a música: Direito das crianças (Paulinas).
  4. História: Meus lápis de cor são só meus (Ruth Rocha);
  5. Oração da paz/ abraço de paz.

 

História: “Meus lápis de cor são só meus” de Ruth Rocha.

MEUS LÁPIS DE COR SÃO SÓ MEUS

 

A Lulu estava muito contente naquele dia.

É que era o dia do aniversário dela.

Quando ela chegou da escola já encontrou a mamãe preparando a festa.

 

O bolo já estava pronto, os brigadeiros, as balas e os pirulitos.

O papai estava enchendo as bolas e a tia Mari estava botando a mesa na sala.

Todos almoçaram na cozinha para não atrapalhar as arrumações.

 

Então Lulu tomou banho e vestiu sua roupa nova, que a mamãe tinha comprado para ela. E se arrumou toda e a mamãe botou nela um pouquinho de água de colônia.

 

O primeiro convidado que chegou foi o priminho da Lulu, o Miguel.

Depois chegou a Taís, o Arthur e o Caiã e todos os colegas do colégio.

 

E ficaram todos brincando no jardim.

 

Aí todos entraram para abrir os presentes.

 

Depois foram soprar as velinhas e cantar parabéns.

 

Lulu gostou de todos os presentes, mas o que ela mais gostou foi da caixa grande de lápis de cor que se abria feito uma sanfona e que tinha todas, mas todas as cores, mesmo.

 

Depois que todos foram embora a Lulu foi dormir e ela até botou a caixa de lápis de cor do lado da caminha dela.

 

Então, logo de manhã, a Lulu já se sentou na mesa da sala, pegou o bloco grande de desenho e começou a fazer um desenho bem bonito, com seus novos lápis. Aí chegou o Miguel, que veio passar o dia com ela.

 

Ele se sentou junto da Lulu e disse que também queria desenhar.

Mas Lulu não quis nem por nada emprestar os lápis a ele.

– Os meus lápis de cor são só meus! – ela disse.

 

A mãe de Lulu ficou zangada:

– Que é isso, minha filha? Os dois podem desenhar muito bem. Empreste os lápis para o seu primo!

Mas o Miguel já estava enjoado dessa conversa, e foi para fora andar de bicicleta.

 

A Lulu desenhou casinhas e desenhou bonecas e desenhou um pato e um elefante. E pintou todos os desenhos com seus lápis novos e mostrou para a mamãe. Mamãe disse que estavam todos ótimos, mas que ela guardasse os desenhos e os lápis que ela precisava preparar a mesa para o almoço.

 

Lulu juntou todos os lápis, mas, em vez de guardar na caixa, que é o melhor jeito para se guardar lápis, ela botou os lápis em cima do bloco e foi para o quarto, equilibrando tudo.

 

Ela foi subindo as escadas, subindo as escadas, até que já estava chegando lá em cima, quando ela perdeu o equilíbrio e deixou os lápis caírem todos escada abaixo. Os lápis rolaram pela escada e foram batendo, batendo, batendo nos degraus.

A Lulu desceu as escadas e viu que todas as pontas dos lápis estavam quebradas. Então ela começou a chorar, que os lápis estavam estragados e que nunca mais ela ia poder desenhar. O Miguel, que estava brincando lá fora, veio correndo apara ver o que tinha acontecido.

Então ele disse à Lulu:

– Não chore não, Lulu, eu vou buscar meu apontador lá em casa e eu aponto todos os seus lápis. E ele foi e logo ele chegou com o apontador.

 

Miguel apontou todos os lápis da Lulu.

Então a Lulu convidou:

– Miguel, você não quer desenhar comigo?

E o Miguel veio e eles fizeram uma porção de desenhos, e o Miguel ensinou a Lulu a fazer um automóvel e a Lulu ensinou o Miguel a fazer um elefante. Aí o Miguel ensinou a Lulu a fazer um foguete que voava direitinho. E a Lulu ensinou o Miguel a recostar umas bonecas engraçadas.

E a Lulu se divertiu muito mais do que quando ela ficava desenhando sozinha…

 

 

 

 

Jacqueline Crepaldi Souza

Doutora e Mestra em Ciências da Religião (PUC Minas). Pedagoga (Newton Paiva). Psicopedagoga e Técnica em Comunicação Assistiva (PUC Minas). Teóloga (PUC Minas). Diretora da Consultoria de Ensino Religioso - C.E.R. Tem experiência na área de Educação com ênfase na inclusão.

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